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Volkswagen T-Cross: novo SUV aparece camuflado na Alemanha

O Volkswagen T-Cross projeta a marca no segmento que mais cresce no mercado brasileiro, o de SUVs compactos. O modelo faz parte da ofensiva de 20 lançamentos da VW no Brasil até 2020, cinco deles utilitários esportivos. A iniciativa começou em abril com o importado Tiguan Allspace. Já o novo SUV T-Cross será produzido no Paraná no fim do segundo semestre de 2018 com motores turbo 1.0 e 1.4.

Confira a seguir alguns detalhes do Volkswagen T-Cross.

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Foto: www.automotivebusiness.com.br

Volkswagen T-Cross é lindo ainda na camuflagem

A Volkswagen revelou mais do T-Cross esta semana na Alemanha, onde o novo SUV compacto foi projetado e está quase pronto para entrar em produção comercial. Segundo informações de comunicado da montadora, “a apresentação mundial será no segundo semestre”. Antes do fim de 2018, o T-Cross chega à linha de montagem de São José dos Pinhais (PR). A fábrica recebe investimentos de R$ 2 bilhões para produzir o carro sobre a plataforma MQB-A. O lançamento nacional está programado para ocorrer em janeiro de 2019, mas a VW antecipou algumas das especificações do modelo brasileiro, que tem diferenças em relação ao alemão, inclusive nas dimensões.

Transmissão automática de seis velocidades

De acordo com as primeiras informações, o T-Cross será oferecido no mercado brasileiro unicamente com transmissão automática de seis velocidades. Além disso, contará com dois motores TSI flex, turbinados e com injeção direta de gasolina/etanol, 1.0 três-cilindros de 128 cavalos e 1.4 quatro-cilindros de 150 cv – ambos são fabricados pela VW em São Carlos (SP). Essa motorização já equipa bom número de carros da VW no Brasil, como Polo, Virtus e Golf. Uma versão com câmbio manual e motor 1.6 MSI, aspirado, será produzida para exportação a países sul-americanos.

Foto: motor1.uol.com.br

Maior entre-eixo dos SUVs compactos

Segundo a Volkswagen, o T-Cross brasileiro repete a generosa distância entre-eixos de 2,65 metros do sedã Virtus (montado sobre a mesma plataforma), 8,6 centímetros mais longa que o do modelo europeu, que lá repete o hatch Polo para não concorrer com o T-Roc, derivado do Golf.

Assim o T-Cross garante o maior entre-eixo do segmento de SUVs compactos no Brasil. Com isso, oferece conforto na cabine para compensar o menor comprimento (4,19 m) e altura (1,57 m) na comparação com os principais concorrentes levemente mais compridos e altos.

Quadro 100% digital e multimídia

Assim como seus “irmãos” de plataforma MQB-A, Polo e Virtus, o T-Cross tem a mesma arquitetura eletroeletrônica. Assim terá também disponível como opcionais os faróis de LED, quadro de instrumentos 100% digital e configurável, sistema multimídia com tela de oito polegadas sensível ao toque, além de partida do motor e destravamento de portas sem chave.

O T-Cross conta ainda com configurações de segurança ativa e passiva, uso de aços de alta resistência na construção da carroceria e equipamentos como seis airbags, controle eletrônico de estabilidade e tração, estacionamento autônomo (Park Assist) em vagas paralelas e transversais, além de detector de fadiga do motorista.

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Foto: www.automotivebusiness.com.br

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Banco traseiro deslizante

O T-Cross mira bem alto no segmento, com uma perspectiva de vendas bastante elevada. Tendo em conta a popularidade da categoria, tanto no Brasil quanto no resto do mundo, e a boa aceitação pela dupla Polo e Virtus, seus companheiros de plataforma e motores, não parece exagero da VW apostar tanto no SUV compacto.

Além de entrar em um segmento muito popular, o Volkswagen T-Cross combina originalidade e funcionalidade. O modelo deve fazer sucesso e ser bastante valorizado por jovens e famílias. O T-Cross contará ainda com um banco traseiro com ajuste longitudinal de 15 centímetros. Se precisar de mais espaço para as pernas, basta recuar um pouco a fileira traseira de bancos.

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Foto: motor1.uol.com.br

Quanto à posição de dirigir, como a ideia é agradar quem gosta dos SUVs, o motorista do T-Cross fica 11 centímetros mais alto do que no Polo, o que melhora a visibilidade geral do trânsito.

Volante e manoplas exclusivos

Em termos de design, o T-Cross é um verdadeiro Volkswagen, já que repete o estilo frontal utilizado nos últimos lançamentos da marca, como Touareg. A localização dos faróis de neblina lembra o T-Roc, SUV do Golf que fica acima do T-Cross na linha europeia da VW, embora as luzes diurnas não sejam circulares. Outro detalhe marcante é a traseira, com uma lanterna em LED que atravessa toda a tampa do porta-malas.

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Foto: motor1.uol.com.br

Segurança em primeiro lugar

O T-Cross deve seguir o resultado do Polo e do Virtus nos testes de colisão, conseguindo notas altas. Sua estrutura será a mesma e, ao menos na Europa, virá de série com um pacote bem completo de equipamentos. A VW confirma no T-Cross sensores frontais com aviso anti-colisão; alerta de permanência em faixa; sensor de ponto cego com detecção de pedestres e que funciona na marcha-ré; e proteção ativa dos ocupantes, fechando os vidros, puxando os cintos de segurança e iniciando frenagem de emergência.

Porém, este pacote não deve ser de série no modelo brasileiro. Podendo aparecer na versão topo de linha e ainda como opcionais. A VW brasileira adianta que haverá controle de estabilidade e 6 airbags de série.

Quando chega ao Brasil?

O Volkswagen T-Cross será visto no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro de 2018. No resto do mundo, a apresentação deve ser um pouco antes, em um evento especial. A produção em São José dos Pinhais (PR) está programada para começar no início de 2019, chegando às concessionárias nos meses seguintes. O esperado é que os preços partam de R$ 75 mil, passando dos R$ 100 mil nos modelos topo de linha com todos os opcionais.

Ficou curioso para conhecer o T-Cross? Nós também estamos. Enquanto isso que tal dar uma espiada no Tiguan Allspace?

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Fontes: www.automotivebusiness.com.br e Motor1.com